As Osteotalks são um espaço de partilha e reflexão criado pela Osteoform, onde se promovem diálogos abertos e enriquecedores sobre temas centrais da Osteopatia. Através destes podcasts, reunimos profissionais de destaque, investigadores e especialistas reconhecidos, que trazem diferentes perspetivas, experiências e conhecimento científico para a comunidade.
O nosso objetivo é simples: aproximar a prática clínica da evidência científica, valorizando a troca de ideias e a atualização constante de quem exerce ou estuda Osteopatia. Cada episódio aborda questões atuais e relevantes – desde a evolução da profissão, até aos mais recentes avanços em investigação, prática clínica, educação e integração da Osteopatia nos sistemas de saúde.
Com um formato acessível e de consulta livre, as Osteotalks foram pensadas para estudantes, profissionais de saúde e osteopatas que procuram aprofundar conhecimentos, refletir sobre desafios e inspirar-se em histórias reais de quem faz a diferença nesta área.
Ao disponibilizar estas conversas num formato dinâmico e informativo, a Osteoform reforça o seu compromisso com a formação contínua, a qualidade científica e a valorização da Osteopatia em Portugal e além-fronteiras.
👉 Descubra já os nossos episódios e junte-se a uma comunidade em constante evolução, onde o conhecimento se transforma em prática.
Estivemos à conversa com a Dra Helena Sousa, Dr Jorge Esteves, Dr Marco Silvestre, Dr Rui Santiago e o Dr Vitor Castro sobre a identidade osteopática, a sua evolução, os seus desafios, investigação e que caminhos positivos, de união devemos seguir. à 1:07:57 digo "dopamina" mas quero dizer serotonina (a pressão de moderador faz com que o raciocínio seja menos eficiente e mais rápido para passar a palavra e não falar mais que o convidado :))
Como decente sinto a responsabilidade de informar bem e por isso sou tbm crítico comigo.
Aqui fica uma breve explicação: A dopamina é uma hormona da "ação" e um dos seus propósitos é o de criar "movimento" para atingir um determinado objetivo= recompensa. As vias mesolimbicas e mesocorticolimbicas são um exemplo disso.
Uma vez atingido o objetivo (recompensa), a serotonina entra em ação para nos fazer "sentir bem" connosco próprios (hormona da felicidade).
Referências 14:35 Toloui-Wallace, J., Forbes, R., Thomson, O.P. et al. Fluid professional boundaries: ethnographic observations of co-located chiropractors, osteopaths and physiotherapists. BMC Health Serv Res 24, 344 (2024). https://doi.org/10.1186/s12913-024-10...
🎙️ OsteoTalk – Uma Conversa Esclarecedora sobre Encefalomiolite Miálgica e Síndrome da Fadiga Crónica
Nesta edição do OsteoTalk, mergulhámos num tema tão importante quanto pouco falado: a encefalomiolite miálgica e a síndrome da fadiga crónica. À conversa estiveram três convidadas com percursos marcantes na área da saúde – a enfermeira Manuela Santos, a Dra. Patrícia Pinto e a Dra. Vânia Ribeiro – que nos ajudaram a compreender melhor estas condições muitas vezes invisíveis, mas profundamente impactantes.
✨ A importância da Associação em Movimento
A enfermeira Manuela partilhou a origem comovente da associação que criou após o diagnóstico do seu filho. Desde então, tem sido incansável na missão de dar visibilidade à doença em Portugal e lutar pelo reconhecimento desta condição como incapacitante. Um verdadeiro exemplo de força e dedicação.
🧠 Compreender as semelhanças com a COVID longa
A Dra. Patrícia explicou como estas síndromes podem ser desencadeadas por infeções virais e o quanto a pandemia ajudou a trazer estas condições para o centro da discussão médica. Apesar das semelhanças nos sintomas, como a fadiga extrema e a dor, é importante compreender as diferenças entre elas para um acompanhamento mais eficaz.
⚖️ A importância da gestão de energia
A Dra. Vânia trouxe uma perspetiva prática e essencial sobre como a simples realização de tarefas diárias pode agravar os sintomas. O conceito de PEM (mal-estar pós-esforço) foi explicado com clareza, sublinhando a necessidade de uma gestão cuidadosa da energia e de estratégias de reabilitação ajustadas a cada pessoa.
🩺 Desafios no diagnóstico e abordagem terapêutica
Ainda existe um longo caminho a percorrer no reconhecimento clínico da encefalomiolite miálgica. As convidadas alertaram para os diagnósticos errados e a necessidade urgente de maior formação entre profissionais de saúde. Foram também discutidas abordagens terapêuticas manuais, como a técnica de Paren, e a importância de tratamentos individualizados.
💡 Um apelo à mudança
O episódio termina com uma nota de esperança e um apelo à ação: é tempo de reconhecer estas condições e garantir que os doentes recebam o apoio e os cuidados que merecem. O caminho faz-se com mais informação, mais empatia e mais colaboração.
Nesta edição da Osteotalk, exploramos a dentosofia, uma abordagem inovadora e humanista da medicina dentária, em conversa com a especialista Dra. Ivana Wildner.
A dentosofia é definida como uma autoterapia guiada, que procura equilibrar a saúde oral e global do paciente através de ativadores plurifuncionais — dispositivos que auxiliam funções vitais como respiração, mastigação e deglutição. O grande diferencial desta prática está na participação ativa do paciente, promovendo autocuidado e responsabilidade no processo de cura.
A Dra. Ivana destaca ainda a relevância da integração entre dentosofia e osteopatia, sobretudo em casos relacionados com a articulação temporomandibular (ATM). Esta colaboração multidisciplinar permite tratamentos mais holísticos, eficazes e duradouros, ao abordar não só os aspetos dentários, mas também as dimensões estruturais e funcionais do corpo.
Durante a conversa, são abordados os desafios da adesão ao tratamento, a importância da autorresponsabilidade e o papel fundamental do diálogo entre profissional e paciente para alcançar resultados consistentes.
A sessão termina com uma reflexão sobre a evolução da medicina dentária e a necessidade de integrar abordagens naturais, holísticas e humanistas. A dentosofia surge, assim, como um caminho promissor para uma medicina mais participativa, focada no equilíbrio e bem-estar integral do ser humano.
Alostase Mecânica, Memória Celular e o Impacto das Cicatrizes na Saúde
Nesta edição da Osteotalk, o tema central é a alostase mecânica e a forma como a memória celular das cicatrizes pode influenciar a saúde física e emocional dos pacientes. O episódio conta com a presença da especialista Neid Costa, fisioterapeuta com vasta experiência em terapia manual e dermato funcional, que partilha conhecimento científico e clínico sobre a relevância das cicatrizes no equilíbrio musculoesquelético.
Durante a conversa, é destacado que muitas vezes as cicatrizes são subvalorizadas em avaliações clínicas, apesar do seu papel crucial na saúde. Mesmo após décadas, podem manter-se sintomáticas, afetando a mobilidade, a homeostase mecânica e contribuindo para dores crónicas. Longe de serem apenas questões estéticas, as cicatrizes representam processos complexos de reorganização tecidual.
Neid Costa explica os mecanismos fisiológicos da cicatrização, desde a fase inflamatória até à regeneração, destacando o papel dos fibroblastos e do colagénio. Aborda ainda os tipos de cicatrizes — normotróficas, hipertróficas e atróficas — esclarecendo as diferenças entre queloides e cicatrizes hipertróficas.
Um ponto relevante do episódio é a ligação entre cicatrizes e memória emocional. Casos clínicos mostram como experiências traumáticas podem intensificar a dor ou a sensibilidade em determinadas cicatrizes, reforçando a necessidade de uma abordagem que integre o aspeto físico e psicológico.
O podcast aprofunda ainda técnicas de tratamento de cicatrizes, incluindo terapia manual, mobilização tecidular, técnicas que estimulam a irrigação sanguínea e até eletroterapia. A abordagem terapêutica deve ser progressiva, envolvendo não só a cicatriz, mas também as áreas circundantes, sempre com foco na funcionalidade e no bem-estar do paciente.
Na conclusão, os especialistas defendem uma visão holística da cicatrização, que ultrapassa a fisiologia e incorpora fatores emocionais, comunicacionais e de autocuidado. A mensagem final reforça a importância da colaboração ativa entre profissional e paciente para garantir resultados eficazes e duradouros.
👉 Este episódio da Osteotalk é uma oportunidade única para profissionais de saúde compreenderem melhor a complexidade das cicatrizes, o seu impacto na biomecânica e no equilíbrio emocional, e explorarem novas abordagens terapêuticas na prática clínica.
A Técnica Perin e o seu Impacto na Saúde Neuro-Linfática
Nesta edição da Osteotalk, o convidado é o Dr. Pin, especialista na técnica Perin, uma abordagem osteopática inovadora no tratamento de distúrbios neuro-linfáticos, incluindo COVID longa, síndrome da fadiga crónica e fibromialgia.
A técnica Perin centra-se na drenagem linfática do sistema nervoso central – cérebro e medula espinhal – com o objetivo de remover toxinas e melhorar a função neurológica. Desde o final da década de 1980, o Dr. Pin tem desenvolvido investigação nesta área, defendendo que muitas condições crónicas estão ligadas a disfunções no sistema de drenagem do cérebro.
Apesar do ceticismo inicial da comunidade médica, o Dr. Pin obteve o seu doutoramento em 2005, publicando trabalhos que fundamentaram a sua teoria sobre a importância da drenagem linfática cerebral.
Com os avanços científicos mais recentes – como a confirmação da existência de um sistema linfático no cérebro e estudos que ligam a COVID longa à disfunção da barreira hematoencefálica – as suas ideias têm vindo a ganhar reconhecimento internacional.
A técnica Perin tem despertado o interesse crescente de osteopatas, fisioterapeutas e médicos, que reconhecem a necessidade de uma abordagem multidisciplinar no tratamento de condições complexas. Os workshops ministrados pelo Dr. Pin, agora com duração de três dias, refletem a evolução do conhecimento científico nesta área.
O Dr. Pin destaca os novos projetos de investigação, incluindo a criação de um centro de estudos em Cambridge (Reino Unido) para aprofundar o papel da drenagem linfática na saúde cerebral, recorrendo a tecnologias avançadas de imagem. Também sublinha a relevância de estudar o impacto da toxicidade por metais pesados em doenças neurológicas.
Na parte final da entrevista, o Dr. Pin reforça o seu compromisso em formar profissionais de saúde em Portugal, garantindo que a técnica é aplicada de forma segura e eficaz. Os workshops futuros pretendem expandir este conhecimento, contribuindo para melhores resultados clínicos e maior qualidade de vida dos pacientes.
Nesta edição da Osteotalk, contamos com a participação de Cristina Costa, osteopata formada pela Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha e recentemente mestre em Gestão e Avaliação de Tecnologias da Saúde. A conversa centra-se na sua investigação académica e no impacto da osteopatia aplicada em contextos clínicos, com destaque para a preparação de pacientes antes de colonoscopias.
Cristina partilha o seu percurso académico e profissional, revelando a paixão pela osteopatia visceral que orientou o desenvolvimento da sua tese de mestrado. Apesar dos desafios impostos pela pandemia de COVID-19, conseguiu estruturar uma investigação baseada em ensaios clínicos randomizados e revisão da literatura, com resultados preliminares que apontam para benefícios na aplicação de técnicas manuais na elasticidade abdominal e na melhoria da experiência do paciente em exames invasivos.
Outro ponto relevante da conversa é a importância da comunidade e da partilha de conhecimento. Cristina destaca a criação da Comunidade Osteoform, um grupo com mais de 150 profissionais que trocam experiências e participam em encontros virtuais mensais — as já conhecidas “Osteopatia às Quintas”. Estes espaços têm fortalecido a cooperação e o apoio entre osteopatas, reduzindo o isolamento profissional e promovendo a atualização científica.
Durante o podcast, são ainda discutidos temas essenciais como a integração entre osteopatas e médicos, a necessidade de uma comunicação eficaz para melhorar o acompanhamento clínico, e o papel da educação dos pacientes na redução da ansiedade em procedimentos médicos.
Cristina revela também as suas ambições futuras, incluindo a possibilidade de avançar para um doutoramento e de integrar tecnologias inovadoras, como a ecografia, para reforçar a avaliação e a prática clínica osteopática.
A Osteotalk encerra com um convite aberto à comunidade de profissionais de saúde: participar na Osteoform e contribuir para a construção de uma rede sólida de conhecimento, investigação e desenvolvimento profissional em osteopatia.
Para consultar mais Osteotalks, siga o link
Semiologia em Cardiologia e Doença Vascular
Compreensão detalhada dos sinais clínicos cardíacos e vasculares periféricos, critérios diagnósticos essenciais e reconhecimento precoce de situações de risco cardiovascular:
– Anginas
– SCA
– Insuficiência vascular periférica
– AVC
– Hipertensão (aguda, crónica, secundária e maligna)
• Semiologia Noutros Sistemas:
Conhecer e identificar sinais de alerta e critérios de referência nas patologias mais comuns dos sistemas gastroenterológico, renal e genito-urinário.
• Componente prática:
Semiologia Clínica
– Avaliação clínica prática das principais patologias discutidas, identificação de alertas, contexto clinico e discussão de casos clínicos.
– Treino do raciocínio clínico em diagnósticos diferenciais.
Bibliografia Essencial:
• Guyton, A., & Hall, J. (2006). Tratado de Fisiologia Médica (11ª ed.) Rio de Janeiro:
Elsevier.
• Kumar, P. and Clark, M. (2012). Clinical Medicine, (8th Edition). Edinburgh: W.B. Saunders.
• Kumar, V., Abbas, A.K., Aster, J.C. (2013). Robbins Patologia Básica, (9th Edition). Rio de Janeiro: Elsevier.
• Patten, J. (2001), Diagnóstico Diferencial em Neurologia (2ed). Rio de Janeiro: Revinter.
• Pinto, A. M. (coord.) (2013), Fisiopatologia, Fundamentos e Aplicações (2ed). Lisboa:
Lidel.
Semiologia Ortopedia e Reumatologia
• Reconhecimento precoce de sinais inflamatórios e degenerativos, bem como critérios para encaminhamento clínico, no reconhecimento de condições em traumatologia, ortopedia e reumatologia.
• Avaliação e gestão clínica da mulher em pré-menopausa e menopausa, compreensão dos sintomas típicos e atípicos e reconhecimento de sinais de alerta: Gestão da Terapêutica em Osteopatia para Mulheres na Prémenopausa
e Menopausa.
• Descrição detalhada das patologias osteoarticulares e reumáticas mais comuns.
Critérios clínicos, de imagiologia e hemograma:
• Traumatologia e ortopedia no ombro
• Traumatologia e ortopedia na cervical e lombar
• Traumatologia e ortopedia na coxo-femoral e sacro-ilíaca
• Doença reumática oligo e poliarticular.
• Doença reumática simétrica, assimétrica, axial ou periférica.
• Context clínico das doenças mais comuns.
Componente prática: Semiologia Clínica
• Avaliação clínica e discussão com casos clínicos complexos, promovendo o desenvolvimento na competência de raciocínio clínico.
• A formação combinará teoria e prática, proporcionando aos participantes uma compreensão aprofundada da semiologia clínica aplicada ao contexto de diagnóstico diferencial, encaminhamento e terapêutica em osteopatia,
preparando-os para uma prática clínica mais segura e eficaz.
Bibliografia Essencial:
• Atalaia T, Pedro R, Santos C 2009 Definição de Lesão Desportiva – Uma revisão da literatura. Revista Portuguesa de Fisioterapia no Desporto 13-21
• Berdiaki, A.; Neagu, M.; Tzanakakis, P.; Spyridaki, I.; Pérez, S.; Nikitovic, D. Extracellular Matrix Components and Mechanosensing Pathways in Health and Disease.
Biomolecules 2024, 14, 1186. https:// doi.org/10.3390/biom14091186
• Brukner & Khan’s Clinical Sports Medicine, 5ª ed., 2020
• Gibson JNA. Management of acute soft tissue injuries. BMJ. 2021.
• Kumar, Abbas, Aster. Robbins & Cotran. Patologia – Bases Patológicas das Doenças.
2020.
• Lederman E 2005 The science and practice of manual therapy 2nd edn Elsevier,
Churchill Livingstone, Edinburgh.
• Magee D, Zachazewski J, Quillen W 2007 Scientific foundations and principles of practice in musculoskeletal rehabilitation. Saunders Elsevier, St. Loius, Missouri.
• Medzhitov R. Origin and physiological roles of inflammation. Nature, 2008.
• Shamley D, Gifford L 2005 Pathophysiology: an essential text for the allied health professions. Elsevier Butterworth Heinemann, Edinburgh
• Woolf N 2000 Cell, tissue and disease. The basis of pathology 3rd edn. W. B. Saunders Company Ltd, Edinburgh
Semiologia em Neurologia:
Este módulo inclui a atualização de critérios de diagnóstico nas:
– Radiculopatias cervicais
– Neuropatia periférica (como síndrome do túnel do carpo)
– Deteção precoce de patologias graves como a mielopatia cervical
degenerativa, síndrome da cauda equina, malignidade vertebral, fratura
vertebral e dor cervical de origem vascular.
– Lomboradiculopatias agudas, entre outras.
Este seminário visa dotar as/os osteopatas de competências clínicas na identificação, interpretação e gestão de sinais e sintomas neurológicos incluindo bandeiras vermelhas no contexto da consulta em osteopatia.
• Componente prática: Semiologia Clínica
Semiologia neurológica fundamental:
Testes quantitativos sensoriais, avaliação motora e testes especiais no sistema nervoso periférico e sistema nervoso central.
Sinais de alarme e modelos de decisão atualizados no contexto das patologias mais comuns.
Aplicação de um raciocínio clínico apurado, com discussão de casos clínicos reais e apresentações complexas.
Enquanto profissional de saúde devemos entender quando e como podemos intervir em sintomas neurogénicos e quando devemos referenciar. Este é o propósito deste módulo.
Bibliografia Essencial:
• Cervellini et al., 2025 – Understanding Degenerative Cervical Myelopathy in Musculoskeletal Practice
• Finucane et al., 2020 – International Framework for Red Flags for Potential Serious Spinal Pathologies
• Sleijser-Koehorst et al., 2025 – Diagnostic Models for Cervical Nerve Root Involvement
• Yousif et al., 2025 – Neurological Examination for Cervical Radiculopathy: A Scoping
Review
• IFOMPT Cervical Framework 2020
• Normas clínicas nacionais e internacionais (NICE, AAN, EAN)
Estratégias de intervenção em pacientes com dor persistente associada a disfunção
neural, integrando abordagens contemporâneas baseadas em evidência.
Conteúdos:
• sensibilização periférica e central
• alterações no processamento sensorial
• reorganização cortical
• papel das crenças e do comportamento na perpetuação da dor
Serão abordadas estratégias terapêuticas inspiradas em:
• Cognitive Functional Therapy (CFT)
• Pain Reprocessing Therapy (PRT)
• Retreino sensitivo
• exposição gradual ao movimento
• modulação de crenças e expectativas
• construção de uma aliança terapêutica eficaz
Discussão do papel dos fatores contextuais na resposta terapêutica e na modulação da
dor.
Serão explorados conceitos como:
• mecanismos específicos vs mecanismos contextuais
• expectativas do paciente
• comunicação clínica
• aliança terapêutica
• efeito placebo e nocebo
Será discutido como:
Os resultados clínicos após intervenções de reabilitação emergem da interação entre
mecanismos específicos do tratamento, fatores contextuais associados ao
encontro terapêutico e características individuais do paciente.
Aplicação prática destes conceitos na prática clínica diária.
Aplicação clínica dos princípios de avaliação e tratamento em apresentações
frequentes da prática clínica.
Casos abordados incluem:
• Síndrome do túnel cárpico
• Radiculopatias cervicais
• Radiculopatias lombares
• Neuropatia do nervo ulnar
• Neuropatia craniana associadas a fatores iatrogénicos e/ou degeneração
Componentes práticos:
• avaliação clínica estruturada
• interpretação dos testes neurodinâmicos
• técnicas de mobilização neural
• estratégias de auto-exercício neurodinâmico
• progressão terapêutica
Revisão dos princípios terapêuticos que sustentam a mobilização neural, à luz da
evidência científica atual.
Conteúdos:
• Fundamentos biomecânicos da mobilidade neural
• Interfaces mecânicas do sistema nervoso
• Mecanismos neurofisiológicos da mobilização neural
• Efeitos periféricos e centrais da mobilização neurodinâmica
• Evidência clínica atual na utilização de técnicas neurodinâmicas
• Integração da neurodinâmica no raciocínio clínico
Revisão dos sinais e sintomas mais relevantes associados a disfunções do sistema
nervoso periférico, com foco na identificação precoce de apresentações
neuropáticas e neurogénicas no contexto musculoesquelético.
Serão abordados: