Os Mentores da Osteoform® oferecem uma experiência de mentoria clínica para osteopatas (individual ou grupos até 3) em que os clientes apresentam casos clínicos e são orientados ao longo do processo clínico, ajudando-os a melhorar as suas competências e conhecimentos, com um foco nos cuidados osteopáticos baseados em evidências. Esta estrutura de mentoria clínica permite desenvolver o raciocínio clínico, melhorar as competências clínicas e desenvolver um espírito crítico atualizado com as últimas evidências.
1. Melhorar os resultados terapêuticos e desenvolver um raciocínio clínico competente.
2. Reforçar o papel do osteopata como profissional de saúde de primeiro contato.
3. Melhorar a prática clínica baseada em evidência e desenvolver um espírito critico com mentores clínicos especializados em diferentes áreas.
Os mentores clínicos são osteopatas com experiência clínica e académica apoiados por um conhecimento atualizado nas seguintes áreas: neurociência aplicada à prática osteopática; dor crónica e nociplástica; prática centrada na pessoa e aliança terapêutica; inferência ativa em osteopatia; neuropatias compressivas e dor neurogénica; neurodinâmica; semiologia clínica; entre outras.

Como osteopata doutorado e cientista cognitivo especializado em dor músculoesquelética crónica, o Professor Jorge Esteves é um defensor fervoroso dos cuidados de saúde baseados em evidências e centrados na pessoa. Actualmente,
é Professor de Osteopatia e Vice-Director da Malta ICOM Educational, Professor Honorário da University College of Osteopathy em Londres e investigador da Collaboration for Osteopathic Medicine Research em Itália.
Os seus interesses de investigação centram-se na reconceptualização dos cuidados osteopáticos no âmbito do enactivismo e da inferência activa. Para tal, avalia criticamente as teorias e a investigação do enactivismo, da incorporação, da psicologia ecológica, do princípio da energia livre, da codificação preditiva, da interocepção e da alostase, com um enfoque particular na dor crónica e nos sintomas físicos persistentes, e nos efeitos neurofisiológicos e psicológicos do toque afectivo.
O Professor Esteves dedica-se a fazer avançar o campo da osteopatia através de uma investigação científica rigorosa e a desenvolver tratamentos inovadores e eficazes que permitam aos pacientes alcançar uma saúde e um bem-estar óptimos.
Contato para marcação de mentoria clínica: osteojorge@gmail.com

O Dr. Alexandre Nunes tem mais de 20 anos de experiência clínica como osteopata. Atualmente, é coordenador e responsável pelo curso de Licenciatura em Osteopatia do Instituto Piaget e docente na Escola Superior de Saúde da Universidade Atlântica.
Doutorou-se em Reabilitação pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa. A tese intitulava-se “Dor nociplástica em trabalhadores de escritório com dor cervical crónica” e incluía testes sensoriais quantitativos. Durante um
estágio no SMI – Department of Health Science and Technology da Universidade de Aalborg, sob a orientação do Prof. Kristian Petersen, aprendi a executar estes procedimentos. Uma das nossas publicações utilizou medidas clínicas básicas de cabeceira para determinar a sensibilização em funcionários de escritório com dores crónicas na cervical.
Contato para marcação de mentoria clínica: alexandrempnunes@gmail.com

Bruno Campos tem sido um osteopata dedicado há mais de 15 anos, mantendo uma prática clínica em Portugal enquanto simultaneamente leciona na licenciatura de osteopatia e é formador no ensino de desenvolvimento profissional contínuo.
É o fundador da Osteoform® e o criador da formação Neuromobilização Clínica®.
Ocasionalmente é docente convidado da International College of Osteopathic Medicine e é também um palestrante convidado do International Osteopathic Symposium em Berlim, 2024.
Registrou-se no General Osteopathic Council em 2011 e continuou o seu percurso académico passando por um mestrado em reabilitação neurológica e frequenta atualmente um mestrado em osteopatia onde estuda o efeito da terapia manual nas neuropatias compressivas.
O seu trabalho está estreitamente alinhado com avanços científicos contemporâneos, particularmente na neurociência da dor, neuropatia compressiva e neurodinâmica. É também o host do podcast Osteotalks.
Contato para marcação de mentoria clínica: bruno.moreira.campos@gmail.com
1. Formato: Online (via Zoom).
2. Horário: Flexível, por marcação.
3. Custo:
• 59.00 € -1 hora (1 a 3 pessoas).
• 110.00 €- 2 horas (1 a 3 pessoas).
• 220.00 €- pack de 5 horas (1 a 3 pessoas, pode ser dividido por várias sessões).
Nota: O pagamento é efectuado antecipadamente, diretamente ao mentor, por MBway ou transferência bancária, após confirmação da mentoria.
Semiologia em Cardiologia e Doença Vascular
Compreensão detalhada dos sinais clínicos cardíacos e vasculares periféricos, critérios diagnósticos essenciais e reconhecimento precoce de situações de risco cardiovascular:
– Anginas
– SCA
– Insuficiência vascular periférica
– AVC
– Hipertensão (aguda, crónica, secundária e maligna)
• Semiologia Noutros Sistemas:
Conhecer e identificar sinais de alerta e critérios de referência nas patologias mais comuns dos sistemas gastroenterológico, renal e genito-urinário.
• Componente prática:
Semiologia Clínica
– Avaliação clínica prática das principais patologias discutidas, identificação de alertas, contexto clinico e discussão de casos clínicos.
– Treino do raciocínio clínico em diagnósticos diferenciais.
Bibliografia Essencial:
• Guyton, A., & Hall, J. (2006). Tratado de Fisiologia Médica (11ª ed.) Rio de Janeiro:
Elsevier.
• Kumar, P. and Clark, M. (2012). Clinical Medicine, (8th Edition). Edinburgh: W.B. Saunders.
• Kumar, V., Abbas, A.K., Aster, J.C. (2013). Robbins Patologia Básica, (9th Edition). Rio de Janeiro: Elsevier.
• Patten, J. (2001), Diagnóstico Diferencial em Neurologia (2ed). Rio de Janeiro: Revinter.
• Pinto, A. M. (coord.) (2013), Fisiopatologia, Fundamentos e Aplicações (2ed). Lisboa:
Lidel.
Semiologia Ortopedia e Reumatologia
• Reconhecimento precoce de sinais inflamatórios e degenerativos, bem como critérios para encaminhamento clínico, no reconhecimento de condições em traumatologia, ortopedia e reumatologia.
• Avaliação e gestão clínica da mulher em pré-menopausa e menopausa, compreensão dos sintomas típicos e atípicos e reconhecimento de sinais de alerta: Gestão da Terapêutica em Osteopatia para Mulheres na Prémenopausa
e Menopausa.
• Descrição detalhada das patologias osteoarticulares e reumáticas mais comuns.
Critérios clínicos, de imagiologia e hemograma:
• Traumatologia e ortopedia no ombro
• Traumatologia e ortopedia na cervical e lombar
• Traumatologia e ortopedia na coxo-femoral e sacro-ilíaca
• Doença reumática oligo e poliarticular.
• Doença reumática simétrica, assimétrica, axial ou periférica.
• Context clínico das doenças mais comuns.
Componente prática: Semiologia Clínica
• Avaliação clínica e discussão com casos clínicos complexos, promovendo o desenvolvimento na competência de raciocínio clínico.
• A formação combinará teoria e prática, proporcionando aos participantes uma compreensão aprofundada da semiologia clínica aplicada ao contexto de diagnóstico diferencial, encaminhamento e terapêutica em osteopatia,
preparando-os para uma prática clínica mais segura e eficaz.
Bibliografia Essencial:
• Atalaia T, Pedro R, Santos C 2009 Definição de Lesão Desportiva – Uma revisão da literatura. Revista Portuguesa de Fisioterapia no Desporto 13-21
• Berdiaki, A.; Neagu, M.; Tzanakakis, P.; Spyridaki, I.; Pérez, S.; Nikitovic, D. Extracellular Matrix Components and Mechanosensing Pathways in Health and Disease.
Biomolecules 2024, 14, 1186. https:// doi.org/10.3390/biom14091186
• Brukner & Khan’s Clinical Sports Medicine, 5ª ed., 2020
• Gibson JNA. Management of acute soft tissue injuries. BMJ. 2021.
• Kumar, Abbas, Aster. Robbins & Cotran. Patologia – Bases Patológicas das Doenças.
2020.
• Lederman E 2005 The science and practice of manual therapy 2nd edn Elsevier,
Churchill Livingstone, Edinburgh.
• Magee D, Zachazewski J, Quillen W 2007 Scientific foundations and principles of practice in musculoskeletal rehabilitation. Saunders Elsevier, St. Loius, Missouri.
• Medzhitov R. Origin and physiological roles of inflammation. Nature, 2008.
• Shamley D, Gifford L 2005 Pathophysiology: an essential text for the allied health professions. Elsevier Butterworth Heinemann, Edinburgh
• Woolf N 2000 Cell, tissue and disease. The basis of pathology 3rd edn. W. B. Saunders Company Ltd, Edinburgh
Semiologia em Neurologia:
Este módulo inclui a atualização de critérios de diagnóstico nas:
– Radiculopatias cervicais
– Neuropatia periférica (como síndrome do túnel do carpo)
– Deteção precoce de patologias graves como a mielopatia cervical
degenerativa, síndrome da cauda equina, malignidade vertebral, fratura
vertebral e dor cervical de origem vascular.
– Lomboradiculopatias agudas, entre outras.
Este seminário visa dotar as/os osteopatas de competências clínicas na identificação, interpretação e gestão de sinais e sintomas neurológicos incluindo bandeiras vermelhas no contexto da consulta em osteopatia.
• Componente prática: Semiologia Clínica
Semiologia neurológica fundamental:
Testes quantitativos sensoriais, avaliação motora e testes especiais no sistema nervoso periférico e sistema nervoso central.
Sinais de alarme e modelos de decisão atualizados no contexto das patologias mais comuns.
Aplicação de um raciocínio clínico apurado, com discussão de casos clínicos reais e apresentações complexas.
Enquanto profissional de saúde devemos entender quando e como podemos intervir em sintomas neurogénicos e quando devemos referenciar. Este é o propósito deste módulo.
Bibliografia Essencial:
• Cervellini et al., 2025 – Understanding Degenerative Cervical Myelopathy in Musculoskeletal Practice
• Finucane et al., 2020 – International Framework for Red Flags for Potential Serious Spinal Pathologies
• Sleijser-Koehorst et al., 2025 – Diagnostic Models for Cervical Nerve Root Involvement
• Yousif et al., 2025 – Neurological Examination for Cervical Radiculopathy: A Scoping
Review
• IFOMPT Cervical Framework 2020
• Normas clínicas nacionais e internacionais (NICE, AAN, EAN)
Estratégias de intervenção em pacientes com dor persistente associada a disfunção
neural, integrando abordagens contemporâneas baseadas em evidência.
Conteúdos:
• sensibilização periférica e central
• alterações no processamento sensorial
• reorganização cortical
• papel das crenças e do comportamento na perpetuação da dor
Serão abordadas estratégias terapêuticas inspiradas em:
• Cognitive Functional Therapy (CFT)
• Pain Reprocessing Therapy (PRT)
• Retreino sensitivo
• exposição gradual ao movimento
• modulação de crenças e expectativas
• construção de uma aliança terapêutica eficaz
Discussão do papel dos fatores contextuais na resposta terapêutica e na modulação da
dor.
Serão explorados conceitos como:
• mecanismos específicos vs mecanismos contextuais
• expectativas do paciente
• comunicação clínica
• aliança terapêutica
• efeito placebo e nocebo
Será discutido como:
Os resultados clínicos após intervenções de reabilitação emergem da interação entre
mecanismos específicos do tratamento, fatores contextuais associados ao
encontro terapêutico e características individuais do paciente.
Aplicação prática destes conceitos na prática clínica diária.
Aplicação clínica dos princípios de avaliação e tratamento em apresentações
frequentes da prática clínica.
Casos abordados incluem:
• Síndrome do túnel cárpico
• Radiculopatias cervicais
• Radiculopatias lombares
• Neuropatia do nervo ulnar
• Neuropatia craniana associadas a fatores iatrogénicos e/ou degeneração
Componentes práticos:
• avaliação clínica estruturada
• interpretação dos testes neurodinâmicos
• técnicas de mobilização neural
• estratégias de auto-exercício neurodinâmico
• progressão terapêutica
Revisão dos princípios terapêuticos que sustentam a mobilização neural, à luz da
evidência científica atual.
Conteúdos:
• Fundamentos biomecânicos da mobilidade neural
• Interfaces mecânicas do sistema nervoso
• Mecanismos neurofisiológicos da mobilização neural
• Efeitos periféricos e centrais da mobilização neurodinâmica
• Evidência clínica atual na utilização de técnicas neurodinâmicas
• Integração da neurodinâmica no raciocínio clínico
Revisão dos sinais e sintomas mais relevantes associados a disfunções do sistema
nervoso periférico, com foco na identificação precoce de apresentações
neuropáticas e neurogénicas no contexto musculoesquelético.
Serão abordados: